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Como a Medicina Nuclear e os exames de imagem cuidam do seu coração

O coração nem sempre avisa de forma clara quando algo não está bem. Muitas vezes ele envia sinais sutis, como um aperto leve, cansaço sem motivo ou falta de ar em tarefas simples, que são fáceis de ignorar diante da correria do dia a dia.

É por isso que descobrir uma alteração cedo, antes que ela evolua para algo mais sério, faz tanta diferença.

No Brasil, as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte, respondendo por cerca de 30% dos óbitos registrados todos os anos, segundo o Ministério da Saúde.

Estima-se que aproximadamente 400 mil brasileiros morram anualmente por esse motivo, o que equivale a uma morte a cada 90 segundos no país.

No entanto, a maior parte desses casos pode ser evitada. Especialistas apontam que até 80% das mortes por doenças cardiovasculares têm potencial de prevenção, principalmente quando o diagnóstico chega cedo.

Por isso, a medicina nuclear e os exames de imagem cardíaca são indispensáveis, principalmente se houver histórico familiar, pois permitem enxergar o funcionamento do coração muito antes de algum sintoma aparecer.

 

POR QUE O DIAGNÓSTICO PRECOCE FAZ TANTA DIFERENÇA?

Diagnosticar um problema cardíaco em estágio inicial muda completamente o rumo do tratamento.

Quando uma obstrução nas artérias ou uma alteração no músculo cardíaco é identificada antes de causar um evento grave, o paciente tem à disposição opções menos invasivas, com resultados muito melhores e menor risco de sequelas.

Isso é especialmente relevante porque doenças como a aterosclerose costumam evoluir de forma silenciosa, sem sintomas evidentes, durante anos. A pessoa pode levar uma vida aparentemente normal enquanto o problema avança internamente.

Histórico familiar de infarto ou AVC, pressão alta não controlada, diabetes, colesterol elevado, obesidade, sedentarismo, tabagismo e idade avançada são fatores que aumentam bastante essa chance, e merecem atenção redobrada.

Pessoas que se enquadram em um ou mais desses grupos costumam se beneficiar de um acompanhamento cardiológico mais próximo, que pode incluir exames de imagem para avaliar como o coração está funcionando.

 

QUANDO EXAMES DE IMAGEM SÃO INDICADOS?

Os exames de imagem cardíaca mostram como o músculo do coração se comporta durante o esforço, como está a circulação de sangue nas artérias coronárias e se existem áreas com perfusão reduzida.

Essas informações costumam ser decisivas para o cardiologista decidir os próximos passos do tratamento.

De forma geral, esse tipo de exame costuma ser indicado nas seguintes situações:

Como a Medicina Nuclear e os exames de imagem cuidam do seu coração

A escolha do exame ideal depende do histórico do paciente e da hipótese clínica levantada pelo cardiologista.

 

O DIFERENCIAL DA CINTILOGRAFIA MIOCÁRDICA

A cintilografia miocárdica é um dos exames mais utilizados dentro da medicina nuclear para avaliar o coração.

Ela funciona a partir da injeção de uma pequena quantidade de material radioativo, que se distribui pelo músculo cardíaco de acordo com o fluxo de sangue em cada região.

Um equipamento especial capta essas imagens e mostra, com muita clareza, se existe alguma área recebendo menos ou mais sangue do que deveria. Este exame é tão útil na prática clínica pois:

Na prática, a cintilografia costuma ser um dos primeiros exames de imagem pedidos quando existe suspeita de doença coronariana, justamente por conseguir mostrar informações funcionais que exames estruturais isolados não revelam.

 

EM QUAIS SITUAÇÕES O PET CARDÍACO PODE SER UTILIZADO?

O PET cardíaco (tomografia por emissão de pósitrons) é uma evolução dentro da medicina nuclear, com uma resolução de imagem ainda mais precisa.

Ele também utiliza um marcador radioativo, mas com uma tecnologia que permite avaliar com maior detalhe a perfusão sanguínea do coração e, em alguns protocolos, até identificar se um tecido cardíaco ainda está viável ou já foi comprometido de forma permanente.

Esse exame costuma ser indicado especialmente em casos como:

Por ter um custo mais elevado e exigir estrutura tecnológica específica, o PET cardíaco costuma ser reservado para situações em que essa precisão extra faz diferença real na decisão clínica.

Ainda assim, quando indicado, é um ótimo meio para guiar o tratamento com mais segurança.

 

CONCLUSÃO

Os números do Ministério da Saúde deixam claro que as doenças cardiovasculares continuam sendo um dos maiores desafios de saúde pública do país, mas também mostram que grande parte dessas mortes poderia ser evitada com prevenção e diagnóstico precoce.

Exames de imagem como a cintilografia miocárdica e o PET cardíaco são importantes nesse processo, permitindo enxergar o coração em funcionamento e agir antes que um problema se torne uma emergência.

A TCR Nuclear conta com esses exames de medicina nuclear para o diagnóstico e o acompanhamento da saúde cardiovascular, com equipe especializada e tecnologia de ponta.

Se você tem fatores de risco para doenças do coração ou seu médico solicitou uma avaliação mais detalhada, fale com a gente e agende seu exame.

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